Como avaliar a formação médica no Brasil?


No episódio desta semana fizemos um debate de fôlego sobre a necessidade de avaliar a formação dos médicos em nosso país. Este é um debate que sempre reaparece, seja nos noticiários, seja nos cursos de medicina em todo país ou até mesmo no Congresso Federal. Não é dificil que apareçam propostas como a de projetos de lei que defendem uma espécie de Prova ou Exame de Ordem para recém-formados em Medicina, a exemplo do que já existe para os que se formam em direito e querem exercer a função de advogados. Seria esta a solução mágica para todos os nossos problemas? É possível fazer uma avaliação da formação médica em nosso país que ajude a embasar as melhorias necessárias? Estas são algumas das questões que buscamos responder neste episódio.

Contamos com os seguintes participantes no debate:
Aristóteles Cardona Júnior – Médico de Família e Comunidade e membro do podcast Medicina em Debate
Claudia Maffini Griboski – Professora da Universidade de Brasília. Doutora em Educação. Foi Diretora de Avaliação da Educação Superior no INEP/MEC de 2010 a 2016, atuando na implementação do Sinaes, na criação do Revalida e da ANASEM e na avaliação dos projetos pedagógicos dos cursos da área da saúde, após revisão das DCNs em 2014.
Rogério Luz Coelho Neto – Médico de Família e Comunidade, Mestrado em Desempenho Esportivo – UFPR, Coordenador do Grupo Técnico COVID da SBMFC, Coordenador de Eixo Saúde Coletiva da Faculdade de Medicina da Universidade Positivo / Curitiba PR, Professor e Preceptor de Graduação e Residência há mais de 12 anos.
Vinícius Ximenes Muricy da Rocha – Médico de Família e Comunidade, Sanitarista, Professor do Curso de Medicina do Centro Universitário UNIEURO, Preceptor de Programas de Residência da FIOCRUZ E ESCS-DF, Diretor de Desenvolvimento da Educação da Secretaria de Educação Superior do MEC-2013 a 2016
Participante da construção da DCN de Medicina de 2014 e da Comissão de assessora para construção da ANASEM


As vinhetas deste episódio foram produzidas por Rubens Cavalcanti e a edição ficou com o Brasil de Fato


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